terça-feira, 20 de novembro de 2012

Drama da Dama (intitulo babaquices de uma reflexão sobre uma mulher)





No que se refere a acreditar, estou cético!

Não sei muitas coisas, mas pretendo sabê-las ao máximo. Seja pouco, porém profundo. Sem discursos proselitistas e menos ainda enfadonho! Quero vento! Solidão e água pouca. Queria mesmo era poder sair um pouco de uma existência imposta por parâmentros convencionais ou quem sabe desamarrar o nó da inautêntica existência que corrói, mas felicita alguns com o drama da alegria que se desfaz no tempo, o qual efêmero como é, faz com que realidades sejam menos possíveis de se crer. Se é que há algo mais crível que a própria 'crivilidade'. Por si ela não tem garantia alguma, mas pode ser considerada crível de si por convencer e por convencionar as coisas, os assuntos e as pessoas!!!
Quem diria que uma existência inautêntica abarcasse tudo isso!!! Heidegger já sabia!!! Mas ainda sim considerava que esse tipo de vivência não era admissível, pois tira a perspectiva da possibilidade humana de existir para as mesmas, o que define a si como existência autêntica.
Entende!?
É de tudo isso que quero fugir!!! Não que alguém leia este post, temos outras coisas mais importantes para se fazer, mas me convencer que alguém lerá este e se oportunizará em uma dinâmica de raciocínio... Hum... Deixe-me ver!!! Não!!! Não acredito mais nisso. Parece haver um decreto que se intitula 'normalidade' e 'equlíbrio', praticamente uma doutrina tirânica que nos impede de existir autenticamente. Claro que não precismos ser irracionais, prerrogativa dificil de enteder mediante algumas ações humanas, mas essa ditadura de querer a normalidade me inquieta. Precisamos ser gente, isso não deveria ser difícil, haja visto que gente vem do grego 'genitos' é quer dizer nascido! Ora ser gente é ser nascido. Existir seria um exercício integral das dimensões que um nascido tem. Mas ora!!! Isso foi convencionado???
Entende!?
Eu não!
Nem sempre a existência que temos corrobora concomitantemente com o 'gente' que somos... Assumir isso é para poucos! Muitas vezes essas convenções fazem com que esqueçamos que nascer não é o suficiente, é necessário, mas que este nascimento se consodolize em ser praticando dentro do elã do tempo passado, pois genitos é verbo no passado, pressupondo portanto, que o movimento sempre se dá na escala gradual da existência que por sua vez é  ex=para fora e sistere= manter-se em pé, ideia de manter-se em pé, nascido, pois quando criança é necessário que fiquemos de pé para o amadurecimento biologico e que desemboca no para fora, manter-se fora de mim, estar fora de mim, em pé, vivendo... Latim!!! Língua que tem palavras como ideias e não meramente conceitos.
Assim, este decreto de normalidade forçada em uma busca radical parece uma contradição! Aceito-as todas, mas com ressalva de um sentimento contumaz que me revela uma finita e imperiosa lacuna existencial. Talvez por isso não creio mais... 

everton moura